Nem parece que sentiu saudades.
Nem parece que fazem dias que não conversamos.
Nem parece que você me quer tão bem, como diz.
Nem parece que sou realmente SUA.
Quanto tempo tem no tempo que você não administra?
Quanto tempo o vazio pode suportar?
Quanto tempo da sua vida posso permanecer?
Em quanto tempo dessa espera posso acreditar?
Em quanto tempo dessa espera posso acreditar?
Qual o espaço e o limite que ocupo?
Qual a importância das palavras que foram ditas?
Qual a verdade da sua vida?
Qual a graça de não ser o que diz ser?
Qual a importância das palavras que foram ditas?
Qual a verdade da sua vida?
Qual a graça de não ser o que diz ser?
Sinto ausência e saudade.
De algo que nem sei o que é.
Sinto falta do som da sua voz, que é tudo o que eu cheguei a ter.
Sinto tudo e nada. Tudo confuso nessa estação. Nada certo nessa vida!
Inquietude da alma.
Indiferença de sonhos?
Fiquei aqui...
Espumando incoerência e "insanitudes".


1 comentários:
at: 6 de maio de 2014 às 12:05 disse...
Como sempre perfeita....
"Quanto tempo da sua vida posso permanecer?"
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