Aprendi que nem sempre existimos para o outro.
Que pessoas mentem, mesmo sendo gentil.
Que muitos dominam a insensibilidade.
E que conseguem dormir bem, mesmo sendo assim.
Que não dissimular é perigoso.
Que lágrimas não tem poder para mudar a situação.
Que devo esquecer.
E aprimorar a arte de sublimar.
Lá se foi o inexplicável.
É como se não tivesse sido.
E nem sentido.
E nem existido.
É, não existiu,
Foi sendo o que era, mas eu demorei para ver.
Eu me recusei a ser.
Eu arrisquei.


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