Há quem goste de gente. Quem prefira status. E quem escolhe a essência.
Há quem se perde em histórias. Fique preso no sangue. E que não sabe ser grato.
Há quem ache verdades nas mentiras e realidade na ilusão.
Se a vida é escolha e se a felicidade está no agora, então escolho viver.
Escolho mudar aquilo que é imutável no olhar alheio.
Criam-se obrigações que na verdade não temos. Por isso atravesso a rua.
Prefiro a essência. Ela não tem rosto, não tem posto, não traz desgosto. Não é questão de sangue.
A essência é apenas o resultado do intrínseco. É a verdade do ser. É ou não é.
Não tem meio termo. Não adianta nem tentar ou pestanejar.
A escolha é minha. Faço o que é necessário.
Relevo, releio, revejo e permaneço. As vezes desvaneço.
Então? Oras, eu mudo! Pego outro atalho.
Como escolho? De forma bem inusitada. Mudo a trilha.
Alcanço novas estações. Respiro novos ares.
E pode até parecer complicado. Talvez seja!
É assim que acontece o meu encontro comigo mesmo!
Aos olhos do outro, ressoa como quimera.
E daí? Deixe ele achar o que quiser.
A história do outro é do outro, a sua é a sua, e pronto.
Quem escolhe perder-se na perpetuação de sentimentos e pensamentos que enganam a verdade, deixa de evoluir. Pouco a pouco esquecem de viver!
Se não muda, não tem vida. Se não evolui, não faz sentido.
O que não muda, pode ser bem armazenado em algum lugar que não atrapalhe.
Tudo é novo de novo. E isso é fascinante.
Boa música, literatura, um novo cheiro e aconchego! Novas escolhas, novos sonhos.
A essência é assim, tem espaços naturalmente preenchidos pelo que somos e pelo que a vida proporciona!
Tantos anjos nos rodeiam. Dádiva da existência.
É preciso fazer o seu papel. Ir em frente e sorrir.
Agradecer e entender que o inusitado pode ser perfeito.
Nas adversidades residem as oportunidades! Essência!


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