Ansiedade é aquilo que me consome até quando não estou disponível. Meu direito de escolha é estupidamente proporcional a minha ingenuidade de alma. Sempre questiono essa tolice que cultivo. Quanta tolice em uma só pessoa...rs Sei não, sou de outro planeja.
Gosto do claro, daquilo que é esclarecido. Busco entender até o que não imagino. Creio nas soluções e na capacidade de transformar o impossível. Conheço, observo, me reservo. Desejo e pulo no abismo, logo, quebro a cara, né?
Pensei ficar menos tempo nessa galáxia, mas não foi permitido! Alguma coisa acontece nesse estágio que bagunça meu ser. Quanta pretensão achar que o acaso fosse realidade, que o inesperado fosse lugar, que o impossível fosse permanecer e o instável proceder.
Talvez seja retrocesso, viver tudo o que não existe, sofrer pelo silêncio e gritar por atenção. Só talvez, já não existam perdas, onde tudo foi perdido ou sequer existiu, não é? Provavelmente, é só um novo lugar, frio e desconhecido.
Cai na armadilha. Fui enganada. Tudo culpa de viver fora do trilho. Fiquei aqui na mais absoluta e absurda inverdade, que no fim não sei qual é. E mais parece uma dúvida constante. Quanta luta para entender o que é ou não é real, nesse ato de bagunça que é a minha existência.
Sou andarilha, não paro nunca. Já perdi o medo de errar, de consertar ou de perder. Só o que faço então é seguir em frente e teimar em acreditar que o improvável e o inesperado são acontecimentos favoráveis e positivos. Sim, creio na evolução e na extinção da ansiedade, amém! rs
Próxima pauta, por favor!


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