Difícil quando o outro não sabe e você tem certeza.
Pensar demais sufoca, enfraquece.
Supor versões irreais agoniza.
Esperar o improvável, cansa.
Escolhas erradas, até quando?
Decisão liberta e indecisão limita.
Um passo pode definir e traduzir.
O silêncio pode ditar regras.
No medo mora o perigo.
Na ausência o espaço.
Ficar parado ou ir em frente?
Observar ou desligar-se?
Insistir ou dissimular?
Dosar o certo de que maneira?
Veneno ou remédio?
Nem um pingo de futuro.
Nem uma gota de certeza.
Quase nada em comum.
Sem fé, sem religião, sem sonhos
E agora mais essa: Não sei, amor.


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